[Solidão no fundo da agulha]

Depois de mais de três anos viajando pelo Brasil e um ano em cartaz em São Paulo, o espetáculo SOLIDÃO NO FUNDO DA AGULHA volta à cidade. A estreia acontece dia 10 de abril, segunda-feira às 21h no Teatro Sérgio Cardoso e fica em cartaz todas as segundas até 29 de maio.

A Fundação Carlos Chagas decidiu em 2013 reunir literatura, música e fotografia e convidou o escritor Ignácio de Loyola Brandão para escrever um livro de crônicas e contos inspirados em músicas que remetessem a momentos marcantes da vida do autor.

O repertório escolhido ganhou novas versões, foi gravado pela cantora Rita Gullo e gerou um CD que foi encartado com o livro, além das fotos que Paulo Melo Jr. fez especialmente para esses textos.

O lançamento do livro “Solidão no fundo da agulha” em março de 2013 gerou o desejo de levar para o palco essas histórias.

O espetáculo SOLIDÃO NO FUNDO DA AGULHA leva o escritor Ignácio de Loyola Brandão aos palcos para contar histórias marcantes da sua vida. Momentos remetidos a canções interpretadas pela cantora Rita Gullo, filha do autor.

No repertório estão músicas como Amado Mio (Doris Fisher/ Allan Roberts) da trilha sonora do filme “Gilda”, que era proibido para crianças e que estimulou a criatividade do menino Ignácio, então com 12 anos de idade e que se fez presente muito anos mais tarde para ajudar o jovem jornalista a não voltar para a terra natal fracassado. Temas marcantes como Valsinha (Chico Buarque e Vinicius de Moraes), Que reste-t-il de nos amours? (Charles Trenet) e muitos outros ganham novo contexto ao vivo e permeados por lembranças.

5 respostas para “[Solidão no fundo da agulha]”

  1. Que voz maravilhosa você tem! Não escutava ninguém tão afinada a muito tempo! Parabéns Rita, e um abraço no seu pai que achei hilario.
    Assisti a entrevista de vocês no Jô, porém não consegui achar o livro + CD pela Internet, está indisponível nas livrarias.

  2. Rita, é a terceira vez que assisto o show/peça”Solidão na ponta da agulha”…encantada com as crônicas de memória do seu papa Loyola e com sua interpretação, com o repertório ( algumas músicas conhecidas e amadas e outras passei a amar como “Patrícia” e a francesa ( não localizei o nome )… Poxa, ontem ele falou que livro e cd estavam esgotados e que seria praticamente impossível reeditá-los… snifff

    Rita, grave de novo , please… eu ouviria e ouviria e ouviria… consigam a façanha de reeditar o livro-cd!!! Beijos e parabéns!!!

    PS- Em 15/10, senti falta da canção e relato d’O Uirapuru…

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